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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Ministério Público e UFMG consideram Pompeu e Martinho Campos terra de Índio.

Índios Kaxixo receberão atenção especial.


quinta-feira, 28 de dezembro 2017, às 14h13atualizado em quinta-feira, 28 de dezembro 2017, às 15h28

Grupo discute questões das mulheres KaxixósRaquel Portugal

A UFMG firmou parceria com o Ministério Público Federal de Minas Gerais (MPF/MG) que vai gerar uma série de ações em defesa dos direitos do povo indígena Kaxixó, em Martinho Campos, região central do estado. A ênfase do esforço conjunto recairá sobre os problemas enfrentados pelas mulheres, como aqueles relacionados à saúde mental e à organização política. A demanda foi do MPF/MG, que tem atuado em várias frentes em defesa dos direitos do povo Kaxixó.

Em meados de dezembro, um grupo da UFMG e do Ministério Público visitou a comunidade. Pela Universidade, estiveram  a  pró-reitora adjunta de Extensão, Claudia Mayorga, e as estudantes da pós-graduação em Psicologia Paula Gonzaga e  Juliana Dutra e a graduanda Júlia Oliveira. O MPF foi representado pela assessora jurídica Raquel Nunes e pela antropóloga Beatriz Accioly Vaz. O grupo foi recebido  pelo Cacique Nilvando, pelo vice-cacique Altair e pela enfermeira Karina, indígena kaxixó.

De acordo com a pró-reitora adjunta de Extensão, Claudia Mayorga, "o problema da violação dos direitos indígenas é histórico e enfrentá-lo exige a articulação de diversos atores como o Estado, o Ministério Público, a universidade e outros". Foi estabelecido um cronograma de trabalho que terá início em fevereiro de 2018.

Com Assessoria de Comunicação da Pró-reitoria de Extensão


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