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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Prefeitura de Bom Despacho entra na Justiça para reaver imóvel cedido


Prédio público foi cedido a empresa em 1962, para fins educacionais. 
Sem abrigar escola, responsável afirma que local precisa de reforma.

Ricardo WelbertDo G1 Centro-Oeste de Minas
Prédio foi cedido à Sociedade Educadora Bom-Despachense (Foto: PMBD/Divulgação)Prédio foi cedido à Sociedade Educadora
Bom-Despachense (Foto: PMBD/Divulgação)
A Prefeitura de Bom Despacho tenta, na Justiça, conseguir a devolução do prédio onde funcionava o antigo Colégio Comercial da cidade. O imóvel é público e foi cedido à Sociedade Educadora Bom-despachense Ltda-ME em 1962, para fins educacionais. Em 2002, a escola secundária e técnica, que funcionava no espaço, encerrou suas atividades.
De 2004 até 2014, parte do prédio foi alugado para outro colégio. Em 2015, a estrutura não abrigou nenhuma escola. Partes dela foram alugadas a empresas de outros segmentos. Responsável afirma que local precisa de reforma para que escola seja reaberta.
De acordo com a Prefeitura de Bom Despacho, atualmente a Sociedade Educadora aluga as salas e lojas para empresas privadas e não há mais nenhum tipo de serviço educacional oferecido no prédio. Esse é o motivo da tentativa de reincorporação do imóvel ao patrimônio público.
"Com a devolução, os bom-despachenses serão beneficiados, pois terão de volta um patrimônio que é do povo. De início o prédio será para abrigar os alunos da Escola Cel. Praxedes. Depois, será usado para biblioteca e unidade de saúde", afirmou Gabriel Araújo, procurador-geral do Município.
Hoje o colégio está fechado porque a estrutura física precisa ser reformada. Estamos em busca de recursos para reformar. A nossa previsão é de que em janeiro próximo já consigamos reabrir as matrículas.
José Vieira Lucas, diretor presidente da Sociedade Educadora Bom-despachense
G1 entrou em contato com José Vieira Lucas, diretor presidente da Sociedade Educadora Bom-despachense. De acordo com ele, mesmo após a interrupção dos serviços de educação no prédio cedido pelo Município, a empresa continua autorizada a funcionar.
"Nosso registro de cartório é válido e pagamos todos os impostos em dia, inclusive o Imposto Territorial e Predial Urbano [IPTU]. Hoje o colégio está fechado porque a estrutura física precisa ser reformada. Estamos em busca de recursos para reformar. A nossa previsão é de que em janeiro próximo já consigamos reabrir as matrículas", detalhou.
José Vieira Lucas confirmou que a mesma estrutura, que afirma estar precária, é hoje alugada para uma gráfica, um salão de beleza e também abriga o escritório de contabilidade dele

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