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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Governo vai punir policiais que criticaram Dilma e Lula na internet, diz Cardozo

Segundo ministro da Justiça, corregedoria vai apurar se houve ilegalidade.

Críticas a petistas foram publicadas em rede social antes da eleição.

Vianey Bentes e Filipe MatosoDa TV Globo e do G1, em Brasília
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta quinta-feira (13) que a corregedoria da Polícia Federal investigará delegados que atuaram na operação Lava Jato e criticaram nas redes sociais o PT, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Cardozo, a corregedoria vai apurar se houve ilegalidade na atitude dos policiais.
Conforme o jornal "O Estado de S. Paulo", as mensagens foram publicadas em perfis fechados, restritos a amigos. Um dos delegados postou antes do segundo turno da eleição, a seguinte mensagem: "Alguém segura essa anta, por favor!", acima de uma foto de Lula. Em outra mensagem, um policial escreveu: "Acorda" e publicou link que direcionava para um texto com o título "Contas do PT em paraísos fiscais. Lula e Dilma sabiam de tudo". Um post mostra imagens em que o candidato derrotado à Presidência Aécio Neves (PSDB) está cercado de mulheres e, acima da foto, a frase "Esse é o cara".
Na avaliação do ministro, quem conduz investigações na Polícia Federal não pode "partidarizar" os trabalhos.
"É exatamente para verificar se houve alguma dimensão de atuação que fira a ética que a Polícia Federal fará uma apuração da conduta desses agentes policiais. Se, evidentemente, for comprovada alguma ilegalidade ou ofensa à ética, medidas serão tomadas. Caso contrário, por óbvio, não há que se falar em punições", afirmou.
 
OPERAÇÃO LAVA JATO
PF investiga lavagem de dinheiro.
"Eu acredito que nós devemos ter uma peça para verificar a conduta que foi adotada no caso. Se a conduta legal foi respeitada, se não houve crença do delegado passada para a investigação, se a investigação não foi partidarizada, não há, obviamente, o que se falar. Caso contrário, medidas têm que ser tomadas para que a investigação tenha seu curso legal", completou.

Ao defender imparcialidade dos responsáveis por conduzir os trabalhos da operação Lava Jato, Cardozo afirmou ter pedido ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello, que conduza a apuração para garantir que não ocorra "nenhuma nulidade" na Lava Jato em função das opiniões pessoais dos responsáveis pelos trabalhos.
Procuradores defendem delegados
Procuradores da República do Paraná que compõem a chamada “força-tarefa” da Procuradoria do estado nos trabalhos relacionados à operação Lava Jato divulgaram nota na qual manifestaram apoio aos delegados. A Lava Jato foi deflagrada em março pela Polícia Federal para investigar um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 10 bilhões.
Na nota, divulgada na página do Ministério Público do Paraná, os procuradores ressaltam que expressar opinião no Brasil é constitucionalmente permitido e não afeta o conteúdo dos processos relacionados à operação.
“A exploração pública desses comentários carece de qualquer sentido, pois o objetivo de todos os envolvidos nessa operação é apenas o interesse público da persecução penal e o interesse em ver reparado o dano causado ao patrimônio nacional, independentemente de qualquer coloração político-partidária”, diz a nota.
Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pelo Ministério Público do Paraná:
Operação Lava Jato: Membros da força-tarefa do Ministério Público Federal manifestam apoio a delegados, agentes e peritos da PF
Os Procuradores da República membros da Força-Tarefa do Ministério Público Federal, diante do teor da reportagem “Delegados da Lava Jato exaltam Aécio e atacam PT na rede”, publicada pelo jornal “O Estado de São Paulo” nesta data, vem reiterar a confiança e o apoio aos delegados, agentes e peritos da Polícia Federal que trabalham nessa operação.
Em nosso país, expressar opinião privada, mesmo que em forma de gracejos, sobre assuntos políticos é constitucionalmente permitida, em nada afetando o conteúdo e a lisura dos procedimentos processuais em andamento.
A exploração pública desses comentários carece de qualquer sentido, pois o objetivo de todos os envolvidos nessa operação é apenas o interesse público da persecução penal e o interesse em ver reparado o dano causado ao patrimônio nacional, independentemente de qualquer coloração político-partidária.
(13/11/2014)
Assessoria de Comunicação – Ascom

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