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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Investigador baleado por militar no bairro Juliana recebe alta


O investigador da Polícia Civil que foi baleado por um militar no bairro Juliana, na região norte de Belo Horizonte, recebeu alta na manhã desta quinta-feira (28).
Marcelo Batista Bento, de 31 anos, estava internado no Hospital Risoleta Tolentino Neves, na região de Venda Nova, desde o dia em que ele e o escrivão Marcelo Gonçalves Ferreira, de 32, foram feridos pelo cabo Samuel Cabral de Oliveira Andrade, de 30. Ferreira saiu do Hospital Vera Cruz no último dia 21.

O militar está detido em um Batalhão da PM (Polícia Militar) e o inquérito sobre o caso deve ser encerrado nesta sexta-feira (29). As investigações estão sob responsabilidade do delegado Hugo e Silva, mas a dupla tentativa de homicídio também é apurada pela Corregedoria da PM.
Entenda o caso
Os policiais civis foram baleados pelo militar após serem confundidos com bandidos ao abordarem um motociclista durante investigação no bairro Juliana, região norte da capital mineira.
O piloto foi parado pelos civis em frente à papelaria da esposa do militar. Eles estavam um carro descaracterizado e, por isso, a comerciante achou que se tratava de um assalto e pediu ajuda para o companheiro. Em seguida, o cabo atirou diversas vezes contra os civis.
As vítimas, que são da Delegacia de Vespasiano, na Grande BH, foram socorridas e levadas para o Hospital Risoleta Neves, em Venda Nova. Porém, Marcelo Gonçalves Ferreira precisou transferido para o Hospital Vera Cruz, em Belo Horizonte.
O fato dos dois policiais civis terem sido baleados por militar causou atrito entre as corporações, cujos representantes têm opiniões diferentes sobre o que ocorreu.

Após os civis serem feridos, a rua onde ocorreu o fato foi tomada por dezenas de policiais civis e militares, que entraram em atrito por mais de uma vez. O desentendimento mais grave ocorreu após policiais militares tentaram levar o policial responsável pelos disparos para um quartel e não para uma delegacia. Revoltados, civis impediram que a viatura fosse para o quartel e tiveram que ser contidos. Eles alegaram que, como o militar praticou o crime no momento em que não estava trabalhando, ele tem que responder pela tentativa de homicídio na Justiça comum e não na militar, como queriam os militares presentes no local.

Outro ponto que causou atrito entre as corporações foi a questão de integrantes da PM terem tentado levar a principal testemunha, um motoqueiro, em uma viatura da sua corporação. Depois de discussão, o piloto acabou sendo transportado em um carro da Deoesp (Divisão Especializada de Operações Especiais).

De acordo com Sinpol/MG (Sindicato dos Policiais Civis de Minas Gerais), a tentativa da PM de impedir a ida do cabo à delegacia expõe a rivalidade entre as forças.
Fonte: R7

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