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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Cidadãos comuns resolvem se armar para se proteger dos bandidos já que estado não cumpre seu papel

Segundo diretor de clube 
de tiro, maioria dos clientes
 alega que se sente desprotegido
Segundo diretor de clube de tiro, maioria dos clientes alega que se sente desprotegido


Época em que bandido não tinha trégua em Minas
Roteiros fixos de visita a 
clientes, saídas regulares da 
empresa com altas somas
 de dinheiro, vizinhança 
com significativos índices
 de criminalidade e o trauma 

deixado por três assaltos v
iolentos nos últimos cinco 
anos. São esses os argumento
s que levaram o empresário 
C.A.J., 36, a comprar duas
 armas, uma para ficar em casa e
outra, na empresa. Ele dá vida a
 dados da Polícia Federal (PF), 
que revelam que o crescimento de
registro de novas armas acompanha
 a alta na violência.

  


O diretor financeiro do Clube de 
Tiro Protect, Leandro Silveira, 
confirma que o crescimento do interesse 
do mineiro em conseguir uma arma está 
ligado aos índices de violência. “A busca
 pelo curso de tiro tem crescido uma
 média de 30% ao ano, e a justificativa 
da maioria das pessoas é a busca pela 
segurança pessoal”, explica.
O medo da violência também foi o que 
levou o representante comercial Jesus 
Cabral da Costa, 63, a comprar uma 
nova arma e tentar conseguir o porte, o
 que lhe daria direito de andar armado e 
não apenas manter o equipamento em casa.
 “Sempre tive porte, mas aí veio o estatuto, 
acabei perdendo o direito e não ‘corri atrás’.

 Agora, sinto novamente a necessidade 
de poder andar armado diante do aumento da violência”, afirma 
Costa. Desde a entrada em vigor do 
estatuto, o porte de armas só é concedido
 se a pessoa comprovar que está sob ameaça.



Em vista desse cenário, o Coordenador do 

Núcleo de Estudos Sociopolíticos da PUC 
Minas, Robson Sávio, considera o Estatuto 
do Desarmamento ineficaz. Para ele, 
a retirada das armas de circulação d
everia ter sido acompanhada da 
garantia de segurança, 
fazendo com que os moradores não sentissem necessidade de se proteger 
por conta própria. “Não há desarmamento sem redução dos índices de criminalidade. 
Enquanto não houver resposta do Estado, o cidadão vai continuar achando que
 ter arma vai lhe dar mais segurança”, avalia.
A PF não se pronunciou.

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