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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Sanguinetti atuará no caso Eliza Samudio, defendendo o Bola


Perito criminal diz que vai mostrar 'absurdos praticados durante a investigação pela polícia'


O advogado Fernando Magalhães, que defende o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, disse nesta segunda-feira que a banca de defensores que vai atuar no júri do caso Eliza Samudio, no dia 19 de novembro, em Minas Gerais, vai apresentar uma "prova cabal" da inocência de seu cliente. "Lógico que não posso revelar, é uma carta na manga que vai desmontar a versão da acusação", afirmou. Além de Magalhães, defendem o ex-policial os advogados Zanone Manuel e Ércio Quaresma.

Além da exibição de um vídeo em que o primo de Bruno supostamente teria pedido "perdão a Bola por tê-lo incriminado injustamente, dizendo - você não é o Neném", como revelou Quaresma, os defensores contarão com a ajuda do perito criminal George Sanguinetti, que atuou em casos como o assassinato do ex-tesoureiro PC Farias e também Isabela Nardoni.

A reportagem do Terra conversou com Sanguinetti, que mora em Maceió. O perito confirmou a informação do colega mineiro, dizendo que vai "mostrar os absurdos que foram praticados durante a investigação pela polícia" em 2010. "O que vou apresentar vai mudar o rumo da situação. Vamos comprovar que o Bola não tem nada a ver com isso (morte e ocultação do cadáver de Eliza)", disse.

Sanguinetti não quis adiantar quais provas vai apresentar em plenário, durante o júri de Bruno e outros quatro réus, mas ele voltou a insistir que não houve crime na casa do ex-policial, em Vespasiano, como delatou o primo de Bruno, Jorge Lisboa Rosa, na época com 17 anos.

"Se eu imputo algo a alguém tem que haver nexo casual. Não tem corpo, não tem nada. A lei diz que a prova testemunhal poderá suprir o corpo no delito, mas quando o menor (Jorge) declarou que a Eliza foi morta na casa do Bola, a polícia fez todo tipo de buscas, tudo foi rastreado e nada encontrado", continuou.

Além da perícia paralela realizada na residência do ex-policial por Sanguinetti, os advogados de defesa vão utilizar também provas do inquérito policial, como as frustradas buscas feitas com o auxílio de equipamentos que localizam ocos em paredes e piso cedidos na época à polícia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); e também o resultado negativo dos exames feitos no sangue e no pêlo dos cães de Bola: "Não acharam nada", concluiu.

George Sanguinetti disse que desembarca em Belo Horizonte no próximo domingo.

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