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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A cena do crime fala quem é o autor diz curso de pericia.

Imagem Ilustrativa
Quando especialistas em segurança pública afirmam que a cena do crime fala, muito se deve ao trabalho realizado pelos peritos criminais no local do delito, quando eles recolhem vestígios que após analisados podem se transformar em provas técnicas. Para melhorar a atuação desses profissionais em locais de crime, trinta e sete peritos do Instituto de Criminalística de Alagoas iniciam na tarde de hoje, 22, um curso de atualização profissional em coleta de materiais biológicos na cena de crime.
Segundo o Diretor do IC, José Veras, que também participará do treinamento a ação é parte integrante do contrato assinado em outubro deste ano entre a Perícia Oficial e a Fundação Universitária de Desenvolvimento de Extensão e Pesquisa (Fundepes). Ele esclareceu que os peritos irão passar por um processo de qualificação na padronização de procedimentos de coleta, acondicionamento e encaminhamento de amostras biológicas para exames de DNA.
“Iremos aprimorar e conhecer novas técnicas de coleta de vestígios que envolvem as substâncias orgânicas para exame de DNA. Também iremos estudar as mais variadas formas que esse tipo de material se apresenta e como será realizada a sua extração do local do crime sem perda de qualidade para o exame no laboratório”, afirmou Veras.
Banco de dados de pessoas desaparecidas
Para a perita criminal Rosana Coutinho Freire Silva, gestora do contrato que permitiu o treinamento, além da importância em requalificar os peritos criminais, o novo acordo entre o IC e a Fundepes prevê a alimentação do banco de dados do laboratório da Ufal. O convênio antigo permitia apenas que o laboratório fizesse casos fechados, quando existia material questionado como partes de corpos, ou ossadas, e o material referência de familiares de uma pessoa desaparecida ou de um suspeito de estupro.
“Agora ficou definido que mesmo não havendo material referência de um suspeito para o confronto durante exame de DNA, será traçado o perfil genético do material questionado encontrado pelos peritos que ficará no banco de dados do laboratório para futuros confrontos”, disse a bióloga.
Rosana ainda explicou que essa metodologia é muito mais eficaz porque ao invés de se confrontar o material questionado com um único material referência, ele será confrontado com todos os perfis arquivados no banco de DNA. Com a aplicação dessa técnica haverá uma probabilidade maior de comprovar, por exemplo, a identificação de uma ossada encontrada com identidade não informada.
As aulas serão realizadas no Laboratório de DNA Forense da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o treinamento será conduzido pelo Dr. Luiz Antônio Ferreira da Silva chefe da unidade. Para atender a todos os peritos e não atrapalhar as atividades do órgão, o treinamento foi dividido em duas partes, uma hoje e outra na próxima quinta-feira, dia 27. Sete peritos da Força Nacional também participaram do curso.

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