quinta-feira, 15 de março de 2012

Caos na segurança Pública em Pará de Minas.


Unidos pela Segurança Pública de 

Pará de Minas - Audiência requerida

 pelo Deputado Antônio Júlio 

pressiona comando da Policia Civil

 no Estado




A gravidade da situação da Segurança 
Pública de Pará de Minas foi tema de 
audiência na manhã dessa quinta-feira,
 16, na chefia geral da Policia Civil
 de Minas Gerais, na Cidade Administrativa,
 em Belo Horizonte. A reunião foi requerida 
pelo deputado Antônio Júlio (PMDB) que 
fez questão de convidar as forças 
políticas da cidade, evidenciando que a 
preocupação é geral com a situação. 
Atendendo ao chamado de Antônio Júlio, 
estiveram presentes no encontro com 
o chefe-geral da Policia Civil de MG, 
delegado Jairo Lelis; o deputado Inácio Franco (PV), o vice-prefeito Eugênio 
Mansur (PPS), o presidente da Câmara, Marcílio Sousa (PMDB), os vereadores 
Raimundo Basílio (PSDB) e Vilson dos Santos (PSDB), o presidente do CONSEP, 
Paulo Marinho; os delegados Augusto Costa Nelo e Mônica Siqueira e ainda 
Daniel Barbosa, representando o deputado federal Eduardo Barbosa (PSDB), 
que está em viagem oficial da Câmara Federal ao exterior.

Todos os presentes (foto) foram unânimes em afirmar as dificuldade que a 
Delegacia Regional de Pará de Minas se encontra. “Temos somente dois 
delegados para atender toda a Comarca. Já tivemos 13 delegados. 
Ou seja, a demanda só aumentou e os delegados só diminuíram.
 A situação é insustentável e o governador Anastasia precisa de 
tomar providências urgentes”, reclamou o deputado Antônio Júlio. 
O delegado Augusto Costa Neto lembrou que, quando entrou para a
 polícia, há 21 anos, Pará de Minas tinha quatro delegados e cada cidade 
da Comarca, a menor que seja, tinha seu delegado. “Hoje nenhuma 




cidade da nossa Comarca tem delegado e Pará de Minas só tem dois”, enfatizou.

O chefe da Polícia Civil, delegado Jairo Lelis, prometeu providências, 
mas mostrou que o problema é geral em Minas. “Precisamos fazer mais 
concursos para delegados. Não temos a mesma facilidade que a Policia 
Militar em recrutamento. Vamos priorizar os concursos”.
Ficou evidente na reunião que o mais problemático é a falta de delegados 
para preencher as vagas existentes em todo Estado, mas condições de
 trabalho, falta der estrutura material e até falta de gasolina para as viaturas 
aumentam a lista de reivindicações. O deputado Antônio Júlio prometeu 
um encontro o mais rápido possível com o governador Antônio Anastasia (PSDB). 
“Acho até que o governador não está sabendo da realidade desses fatos. 


Já estou marcando uma agenda para que possamos mostrar essa situação a ele.
 Vamos continuar todos juntos, as forças políticas da cidade, para que haja uma 
solução para Pará de Minas e também para o Estado, pois a situação, como 
a gente sabe, é geral. A Policia Civil de Minas Gerais está praticamente 
falida”, denunciou.

Professores de escolas públicas entram no 2º dia de paralisação




Veja logo abaixo um pool de imagens do movimento das professoras em Pompéu clicando abaixo.

5 de março de 2012  09h55  atualizado às 10h02


Professores de Curitiba (PR) sairam às ruas na quarta-feira para protestar por mais investimento na educação. Foto: Fernando Gonçalves/Futura Press
Professores de Curitiba (PR) sairam às ruas na quarta-feira para protestar por mais investimento na educação
Foto: Fernando Gonçalves/Futura Press
A paralisação nacional de professores de escolas públicas entra nesta quinta-feira, 15 de março, no segundo dia. Quase quatro anos após o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar a lei que instituiu o piso nacional do magistério, professores de todo o País organizam mobilizações para cobrar o cumprimento da lei.
De acordo com o CNTE, ontem escolas das redes estaduais e municipais de 23 estados e o Df paralisaram suas atividades. Os três estados que não foram afetados pelo movimento na quarta-feira são Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. A greve nacional da educação segue até sexta.
Em Santa Catarina, as aulas da rede estadual serão suspensas nesta quinta-feira para a realização de uma assembleia, que pode definir uma nova greve. O sindicato aguarda uma nova proposta do governo. A classe pede um reajuste de 22,22%, retroativo a janeiro. Outra reinvindicação existente desde 2011 é a chamada alteração da tabela salarial, que foi achatada (o que significou o corte de alguns benefícios) para que o governo catarinense cumprisse o piso salarial nacional.
Em nota, a Secretaria de Educação de SC questionou a paralisação e ameaçou punir os professores com falta.
No dia 27 de fevereiro deste ano, o Ministério da Educação (MEC) anunciou o novo piso nacional do magistério, segundo reajuste de 22% calculado com base no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Segundo levantamento da CNTE, apenas os Estados de São Paulo, Pernambuco, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Goiás e o Distrito Federal pagam aos seus professores o piso nacional de R$ 1.451,00 definido pela lei. "A confirmação feita pelo MEC do reajuste do piso em 22% deu muito gás ao nosso movimento. Os professores estão cada vez mais conscientes sobre o dinheiro público e sabem que há condições para cumprir com a lei. O piso do magistério provocou isso: uma ampla mobilização pela valorização da educação", afirma a representante da confederação.
Presidente do sindicato dos professores no Rio Grande do Sul (Cpers-Sindicato), a professora Rejane Oliveira concorda que os educadores estão mobilizados em torno da lei do piso. No Estado que paga o menor valor aos educadores do País - R$ cerca de R$ 800 - a categoria deve se reunir em frente ao Palácio Piratini, sede do Executivo, para cobrar do governador Tarso Genro (PT) uma proposta de reajuste que cumpra com o valor estipulado pelo MEC. "O governador, como Ministro da Justiça em 2008, assinou a lei do piso e, quando era candidato ao governo, disse que iria cumprir a lei sem mexer no plano de carreira. Estamos esperando que honre a promessa", diz Rejane.
O governo estadual apresentou uma proposta de pagar R$ 1.260,00 até 2014, o que foi recusado pela categoria. Além do impasse no Rio Grande do Sul, em outros quatro Estados os professores já aderiram à greve como forma de pressionar os governantes. Em Goiás, Rondônia e Piauí a paralisação teve início em fevereiro. Já no Distrito Federal a mobilização foi iniciada na última segunda-feira, para cobrar a equivalência do salário dos professores com outros servidores distritais.
Investimento de 10% do PIB na educação
Além da luta nacional pelo salário de R$ 1.451,00, os professores cobram ainda que 10% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas do País, seja investido em educação. A meta do governo federal no Plano Nacional da Educação (PNE) é estipular esse valor em 7% do PIB. "Não podemos aceitar que em um País que já se tornou a sexta economia mundial a educação ainda não seja tratada com prioridade. Esse é o momento dos governos repensarem o papel do educador, se não daqui poucos anos não vai mais haver professor em sala de aula, porque o interesse pela carreira está cada vez menor", afirma a secretária-geral da CNTE.
A categoria ainda luta para que os Estados cumpram com outra norma definida pela lei do piso: que um terço da carga horária dos docentes seja destinada para atividades extraclasse, como cursos de capacitação, correção de provas e preparação de conteúdos. Sobre esse dispositivo, levantamento dos sindicatos aponta que apenas o Acre, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Rondônia, Sergipe seguem a regra.
Informações sobre a agenda da mobilização dos educadores em cada Estado pode ser conferida no site daCNTE.

Dois suspeitos de matar comerciante de Bom Despacho são presos

quarta-feira, 14 de março de 2012

Casas de moradores de Pompéu são invadidas por esgoto.

Desesperados alguns moradores da Rua Eneas de Souza Ribeiro  em Pompéu, Centro Oeste Mineiro convocaram o Vareador Experidião Porto(PV) a ir até o local para fazer uma vistoria em suas casas.
O Vereador ficou espantado com o que viu, diversas casas foram inundadas pelo esgoto que refluiu da rede e retornou para dentro das residencias. Segundo o vereador Experidiao o fato se deu devido a uma obra de canalização da agua da chuva, uma importante obra para o local que recebe um grande enxurrada. ocorre que esta obra vem se arrastando a mais de 3 anos. "Pedimos na Câmara por diversas vezes que a obra fosse realizada mas era para ser realizada na época se chuva, o que era o sonho dos moradores acabou se transformando em pesadelo, com a chuva a lama composta pelo barro da terra retirada para a canalização desce sobre a rua, doi no coração ver a situação destes moradores" afirmou o Vereador.
Port orientou os moradores a fazerem uma ocorrência policial para entrarem na justiça caso os responsáveis se neguem a reparar os danos causados. Ele vai disponibilizar também Advogado para quem quiser ingressar com uma ação.
veja o vídeo produzido pelo blog na manha seguinte a inundação das casas.

Cidadão nota 10

 Acácio Maciel  - Coração de Robin Hood -
Sindicalista - Leal, batalhador e corajoso.

Cadeia de Pompeu, convidados a ficar.


MAIS UMA TENTATIVA DE FUGA FRUSTADA NA CADEIA PUBLICA


                                    Em 13 de março de 2012, por volta das 1810 horas, o Agente Carcerário, durante busca/revista na cadeia publica local, ao  vistoriar a cela de nr (01) , detectou que havia quatro ferros  serrados, da grade  da  porta que da acesso ao corredor. Na  cela estão recolhidos os detentos; JÚNIOR, PAULO,HENRIQUE, WILLIMAR, GILBERTO, LUCIMAR ,JOÁS, WASHINGTON, KASSIO E CELSINHO. Nenhum preso assumiu a autoria do fato,alegando que os ferros já estavam serrados ha mais tempo. Fato este que não confere, pois na semana passada, essa mesma porta havia passado por manutenção, com solda nova, nos lugares danificados. Os presos foram remanejados para outras celas. Registrado Boletim de Ocorrência Policial

AEROBINO – A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BICICLETA VOADORA DE POMPÉU



Por
Geraldo Hamilton Menezes "Tatá"
 

Não me lembro bem se foi no final da década de 1950, ou no princípio de 1960 que conheci Querubino Lacerda, o “Bino”.  Inteligente, autodidata, consertava tudo que lhe caísse às mãos: de uma arma de fogo ao motor de um automóvel. Era o verdadeiro “Professor Pardal” de Pompéu, pequena cidade encravada no noroeste de Minas Gerais.
            “Bino” sonhava transformar uma simples bicicleta movida a pedal em um aparelho voador, um pequeno avião sem motor que o impulsionasse durante a decolagem e o sustentasse durante o voo.  Do sonho à realidade, não perdeu tempo. Desenvolveu na prancheta o esboço do invento, que passou a exibir, esperando convencer pessoas de posse a patrocinarem a construção de sua sonhada invenção. Tudo em vão; ninguém se apresentou. Afinal, o povo considerava o “Bino” um desajustado. E sua ideia, uma maluquice. “Bino” não desistiu; procurou o Matias que, naquele tempo, vendia bicicletas novas e usadas, além de manter uma oficina de consertos na Rua Dona Joaquina, quase esquina com a Rua Félix Dias, com a intenção de comprar uma bicicleta usada que servisse aos seus propósitos. Apesar de surpreendido com a ideia extravagante, Matias ofereceu ao “Bino”, gratuitamente, uma bicicleta nova à sua escolha.
            Aos trancos e barrancos o inventor passou a dedicar, apesar de suas dificuldades financeiras, tempo integral na construção do “Aerobino”, nome pelo qual batizaria seu invento. Achincalhado pelos céticos desde o inicio, não lhe restara outra opção a não ser fechar com paredes seu pequeno galpão-oficina, para trabalhar em paz. O dinheiro era curto; a colaboração de alguns proprietários de oficinas mecânicas, sobretudo do saudoso “Tião da Marica”, não bastava, pois só o ajudavam com empréstimo de ferramentas, soldas etc. Passou a cobrar ingresso dos visitantes. Vendi “cascos” de cervejas muitas vezes, angariando um dinheirinho para admirar o invento em construção. E valeu a pena!
            Finalmente o “Aerobino” ganhou forma e fama sem comprovação de que seu invento voaria por força humana. Uma reportagem sobre o invento e o inventor, na Revista “O Cruzeiro”, despertou o interesse de autoridades da Força Aérea Brasileira, que no segundo semestre de 1963, transportou “Bino” e seu aparelho para o então destacamento de Base Aérea de Belo Horizonte, na Pampulha, onde ele hospedou-se com de honras Oficial- Aviador, assegurando-se lhe todo o apoio técnico para o aperfeiçoamento do equipamento. Além de um quepe de oficial, “Bino” foi distinguido com um crachá da FAB, que o identificava como “Comandante-aviador Bino”.
            No ano seguinte, 1964, exatamente no “Dia do Aviador”, comemorado na data de 23 de outubro, aquela Unidade Militar, em festa, povoada de autoridades e repórteres nacionais e estrangeiros, a verdadeira nata dos grandes veículos de comunicação da época, preparou-se para o primeiro voo do “Aerobino”. “Bino”, rodeado de mecânicos, pilotos, autoridades e representantes da imprensa, envergando um vistoso macacão da FAB e capacete aviador-militar, taxiou, sorridente, o engenho para a pista “31”. Autorizado pela Torre de Controle, tentou ganhar velocidade para a decolagem. Uma, duas, três e mais tentativas, sem sucesso. Cansou-se; foi substituído por um jovem Cabo mecânico de aviões, que também no logrou ganhar o céu. Frustração total; desarranjo intestinal do “Bino” que, cabisbaixo, deixou aquela Unidade da Aeronáutica para sempre.
            O “Aerobino” jamais foi preservado em Museu da Aeronáutica como muitos afirmam. Foi sim, abandonado em um cemitério de sucatas, onde ficava a Secção de Combustíveis da base Aérea. E lá permaneceu carcomido pela ação do tempo, inclusive seu leme de direção, onde se lia a divisa “Aerobino” encimando a palavra “Pompéu”.

Epílogo:
            Com o fracasso do “Bino”, seu sobrinho Afonso (Dete do Nereu para os mais intimos) reconhecidamente um gênio autodidata originário do Buritizal (hoje Silva Campos), então servidor do Ministério da Aeronáutica lotado no Destacamento de Base Aérea da Pampulha, uniu-se ao também servidor da FAB “Zé Mãozinha”, outro “Professor Pardal”, adquiriam o “Aerobino” do inventor e decidiram adaptá-lo com um motor de motocicleta, para convertê-lo em uma aeronave de decolagem vertical, como um helicóptero. Ciente da pretensão de ambos, já esboçada em prancheta, o então comandante da referida Unidade Militar mandou internar “Zé Mãozinha” em uma clínica psiquiatra e transferiu “Dete do Nereu” para a Base Aérea de Cumbica em São Paulo.
            Finalmente “Zé Mãozinha” desmanchou o “Aerobino”, convertendo-o em sua forma originária de bicicleta, que durante muitos anos foi utilizada por seus filhos no Bairro “Vila Clóris – Planalto”, distrito de Venda Nova, Belo Horizonte.
            Dizem que a história tem duas faces: a embusteira e a verdadeira. Neste texto eu contei a verdadeira, da qual participei como testemunha ocular, pois passei quase dez anos na base Aérea de Belo Horizonte.
            “Bino” não era desajustado; como “Dete do Nereu”, era incompreendido porque estava muito além de sua época, no tempo errado.

terça-feira, 13 de março de 2012

Vereador defende reajuste para os servidores municipais de Pompéu

O Vereador Bau (PSD) defendeu nesta terça (13) o reajuste para os Servidores Públicos Municipais de Pompéu.  


Na reunião da Câmara cobrou do Prefeito uma promessa feita na época em que o IPTU da cidade foi aumentado, segundo o Vereador o argumento para o aumento foi que ele seria usado para pagar melhor os servidores de Pompéu mas que isso não teria ocorrido. O Presidente da Câmara Vereador José Romualdo respondeu que a arrecadação do IPTU teria sido baixa, segundo ele alguns Vereadores incentivaram a população  a não pagar o imposto.
O Presidente do Sindicato dos Servidores do Município de Pompéu também foi a tribuna e pediu que os vencimentos dos servidores sejam reajustados. O prazo limite para este reajuste sria o dia 7 de abril devido ao calendário eleitoral.

Uso progressivo da força: Mexe com quem ta TRABALHANDO...


Bandido tem ética, diz Advogado do homem que matou universitário para Roubar

Veja clicando no vídeo.

Delegado Vereador acusa colegas de corrução no Vale do Aço


Lemos entrega documentos ao Ministério Público

A tarde desta segunda-feira (12) foi movimentada na porta do Fórum da Comarca de Ipatinga. Vários repórteres aguardavam a chegada do presidente da Câmara Municipal de Coronel Fabriciano e delegado aposentado, Francisco Pereira Lemos. Ele anunciou que levaria à Justiça os documentos que provariam as denúncias feitas no último dia 7 de maio, nas quais Lemos acusa a Polícia Civil e o Delegado Regional João Xingó de fazerem parte de um esquema criminoso de associação ao crime.
O depoimento de Lemos demorou cerca de 7 horas e teve reforço na segurança por homens da Polícia Militar. O Sargento Valdeci confirmou a informação. “Estamos aqui para garantir a segurança para o depoente e para as pessoas que circulam nesse local”, disse. Além dos representantes da Promotoria de Justiça, o depoimento foi acompanhado por membros da Corregedoria de Polícia, da capital mineira e de representantes da OAB de Ipatinga.



Tanto na chegada, como na saída do Fórum, Lemos trocou poucas palavras com os repórteres, alegando um acordo com a Corregedoria de Polícia do Estado, mas reafirmou as denúncias feitas anteriormente. “Essa é a minha contribuição para a Justiça do Vale do Aço. Pois ela está contaminada por alguns membros da Polícia Civil que recebem dinheiro de traficante”, disse.
Membros da Corregedoria não quiseram falar com a imprensa. Eles estavam em veículos com placas de Belo Horizonte.
Delegados emitem Nota de Repúdio
Uma nota de repúdio, assinada por delegados da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ipatinga, foi encaminhada à imprensa, também na tarde desta segunda-feira. Embora o documento não traga impressos os nomes dos delegados que aderiram, é possível identificar os carimbos da delegada Lívia Athayde Oliveira e do delegado Vitor Matsuoka. Outras assinaturas constam do documento.
Os delegados afirmam que Lemos, “de forma insensata agrediu a honra e a imagem de policiais civis do Vale do Aço”. Ao final, a nota traz o apoio ao delegado regional, João Xingó.
Veja a nota:





Tanto na chegada, como na saída do Fórum, Lemos trocou poucas palavras com os repórteres, alegando um acordo com a Corregedoria de Polícia do Estado, mas reafirmou as denúncias feitas anteriormente. “Essa é a minha contribuição para a Justiça do Vale do Aço. Pois ela está contaminada por alguns membros da Polícia Civil que recebem dinheiro de traficante”, disse.
Membros da Corregedoria não quiseram falar com a imprensa. Eles estavam em veículos com placas de Belo Horizonte.
Delegados emitem Nota de Repúdio
Uma nota de repúdio, assinada por delegados da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ipatinga, foi encaminhada à imprensa, também na tarde desta segunda-feira. Embora o documento não traga impressos os nomes dos delegados que aderiram, é possível identificar os carimbos da delegada Lívia Athayde Oliveira e do delegado Vitor Matsuoka. Outras assinaturas constam do documento.
Os delegados afirmam que Lemos, “de forma insensata agrediu a honra e a imagem de policiais civis do Vale do Aço”. Ao final, a nota traz o apoio ao delegado regional, João Xingó.
Veja a nota:
video



Assista o vídeo com as entrevista.